- Mãe Beata de Iemanjá, ialorixá do ilê Omi Ojuarô, uma das maiores autoridades do candomblé no Brasil. "Minha principal questão aqui é a do respeito à nossa religião hoje. Às vezes não podemos sair de casa como o alacá que somos agredidos por seguidores de outras religiões", disse. Fotos e textos: Júlia Carneiro
- Nadezhda Savova, da Breadhouses Network, ONG que ensina crianças a fazerem pão. "A Rio 20 é um evento muito grande e pode assustar as pessoas. Vim para mostrar que o passo para uma vida sustentável é muito fácil, como fazer pão juntos", diz a búlgara nascida em Gabrovo, cidade do pai de Dilma Rousseff.
- Graça Samo, da Marcha Mundial das Mulheres, de Moçambique. "O meu apelo é que os que pensam nas políticas de desenvolvimento pensem que tudo só faz sentido se for para beneficiar as pessoas, que pensem no povo. Esses cidadãos de que estamos falando são suas filhas, suas mulheres, suas mães. Sem essas mulheres, de que vale a vida?"
- Edwin Vasquez Campos, coordenador geral da COICA, que representa tribos indígenas amazônicas em nove países. "Nossa demanda é que os povos indígenas sejam considerados, consultados e respeitados nos projetos de políticas de estado. Vamos reunir povos indígenas do mundo todo para elaborar uma posição conjunta aqui."
- Gleyciane Bezerra Teles, do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra), que veio para atividade com jovens de Pernambuco, Maranhão e Ceará. "Viemos reivindicar políticas públicas para a juventude rural, para incentivar a permanência do jovem no campo, reforçar a economia solidária e reduzir o êxodo rural."









