Cócegas Data: 14 e 15 de agosto (Sábado às 21h e Domingo às 19h)
Local: Palácio Popular da Cultura
Ingressos: Setor B - R$80, Setores A/C/E - R$60, Setores D/F - R$50
Posto de Venda: Shopping Campo Grande, 1º Piso, em frente às lojas Riachuelo
Mais informações: 3326.0105
ATENÇÃO! Venda de ingressos pelos cartões de débito Visa e Redecard até o dia 12 de agosto!
CÓCEGAS
De Ingrid Guimarães e Heloísa Périssé
Participação especial do músico Luis Carlinhos

A peça Cócegas começou a surgir aproximadamente há 10 anos durante uma viagem que Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé fizeram juntas e onde passaram a conversar sobre personagens próprios que já existiam e a criarem outros baseados na observação das pessoas comuns pelas ruas. Quando pisaram pela primeira vez no palco do modesto teatro Cândido Mendes, jamais poderiam imaginar que o espetáculo iria se transformar numa verdadeira mania nacional. Nove anos de sucesso se passaram e mais de três milhões de pessoas já assistiram esta famosa comédia, que além de já ter passado por quase todas as capitais brasileiras, esteve também por duas vezes em Portugal.
O espetáculo mostra nove esquetes com personagens e textos criados pelas duas atrizes que dão vida a diferentes mulheres do cotidiano: a professora de ginástica que fala sem parar, a modelo anoréxica, as duas mulheres “cachorras”, a evangélica, a adolescente que passa os dias reclamando da mãe e fofocando com as amigas, a mulher “encalhada” e as atrizes figurantes de programas infantis. Em cena, são dirigidas por cinco diretores que têm em comum o mergulho no universo do humor: Aloísio de Abreu (de Subversões e That´s all besteirol), Sura Berditchevsky (de Um peixe fora d´água e Diário de um Adolescente Hipocondríaco), Luiz Carlos Tourinho (assistência de direção de D´Artagnan e os Três Mosqueteiros e Romeu e Julieta) e Marcelo Saback (de A Dama e o Vagabundo e Futuro do Pretérito) dirigem, cada um, dois esquetes. O diretor de TV Régis Faria dirige os vídeos e um esquete do espetáculo. "Pela primeira vez na história do teatro um espetáculo tem mais diretores que atores", brinca Heloísa.
As estórias mostradas em Cócegas são muito engraçadas, porém têm uma visão profundamente crítica, sem ser um humor apelativo. A dupla de atrizes se alterna em diferentes papéis e juntas encenam 2 quadros hilários que fazem o ponto alto do espetáculo, assim como as cenas de improviso e participação da platéia.
Cócegas agrada o público de diferentes faixas etárias que constantemente volta para rever a peça. A peça acabou gerando muito frutos tais como o livro “Os melhores momentos de Cócegas”, lançado pela Ed. Objetiva, o Dvd, e o filme longa metragem, em fase de pré-produção, além do espetáculo infantil Cosquinha, escrito e encenado pelas mesmas atrizes.
O espetáculo concorreu e ganhou vários prêmios ao longo destes anos, tais como Prêmio Shell de Teatro e “Prêmio Qualidade Brasil”. O espetáculo tem uma ficha técnica de peso, com figurinos assinados por Kalma Murtinho e cenários de Clívia Cohen. A iluminação está a cargo de Aurélio de Simoni.
O talento da dupla para reproduzir trejeitos e gírias do cotidiano é infalível. Cada um dos nove esquetes se baseia em personagens daqueles que todo mundo viu pelo menos uma vez por aí, temperados, é claro, com boas doses de exagero e escracho.
Ingrid e Heloísa dão vida a diferentes mulheres, sempre envolvidas em situações limite. As atrizes mostram do que é capaz o já complexo e instável sistema hormonal feminino quando submetido ao estresse do mundo moderno.
Em Cócegas, as duas colocam suas baterias para a condição feminina nos dias de hoje.
"Em todas as histórias, elas têm uma visão profundamente crítica. O espetáculo serve como reflexão sobre o que temos feito com a liberdade que lutamos tanto para conquistar", diz Sura. São histórias de mulheres às voltas com suas carreiras ou em crise pela falta delas. Modelos, esposas que dependem dos maridos, atrizes figurantes em programas infantis, evangélicas, adolescentes, mulheres da noite ou desempregadas - todas à beira de um ataque de nervos. "É como a própria sensação de cócegas, onde você ri, se delicia com o humor, mas tem uma pontinha de incômodo, de questionamento", diz Tourinho.
Direção: Aloísio de Abreu, Sura Berditchevsky, Luiz Carlos Tourinho, Régis Faria e Marcelo Saback.
Textos: Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães.
"O tom é crítico, muitas vezes malicioso, porém jamais grosso ou apelativo - e como o público se diverte com um diálogo que pressupõe alfabetização, e tanto QI quanto informações razoáveis!...CÓCEGAS vai ter de fazer uma carreira muito longa, pois o boca a boca está espalhando a notícia de seus atrativos pela cidade afora".
BARBARA HELIODORA, O GLOBO.
"Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães, as atrizes-autoras de Cócegas, são I-R-R-E-S-I-S-T-Í-V-E-I-S!!!! Bonitas! Inteligentes! Desde Falabella e Karan, não surgia uma dupla igual a essa.... É daqueles espetáculos que, uma semana depois, a gente ainda está lembrando e rindo sozinho. Às vezes me surpreendo na rua dando risada da professora de ginástica, da adolescente, da modelo, das "cachorras" e de todos os tipos deliciosos das duas. CÓCEGAS é um espetáculo prá se ver duas vezes ou mais."
MAURO RASI, O GLOBO
"O título da peça não é por acaso: são quase duas horas de gargalhadas na platéia, que se diverte em nove esquetes estrelados ora por INGRID, ora por HELOÍSA, ora por ambas".
ANDRÉ GOMES, O DIA
"As atrizes Heloísa Perissé e Ingrid Guimarães dominam a cena com interpretações inteligentes que não apelam ao caricatural e a facilidade do riso vulgar".
MACKSEN LUIZ, JORNAL DO BRASIL
"Há por aí uma série de espetáculos que misturam histórias curtas e bem-humoradas, cenário inexistente, figurinos criativos e duplas de atores. Em CÓCEGAS esta mistura dá incrivelmente certo. Parte do mistério reside no talento histriônico de INGRID GUIMARÃES e HELOÍSA PERISSÉ. Parte está na perícia da dupla em flagrar perfis ridiculamente precisos das brasileiras".
DEBORA GHIVELDER , VEJA RIO
"Compondo de forma impecável os vários e hilariantes tipos - tanto em termos vocais como corporais -, Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé contribuem de forma decisiva para o sucesso inquestionável deste espetáculo imperdível".
LIONEL FISCHER, TRIBUNA DA IMPRENSA.
INFORMAÇÕES
Data: 14 e 15 de agosto (Sábado às 21h e Domingos às 19h)
Local: Palácio Popular da Cultura
Ingressos: Setor B - R$80, Setores A/C/E - R$60, Setores D/F - R$50
Posto de venda: Shopping Campo Grande, 1º Piso, em frente às lojas Riachuelo
Mais informações: 3326.0105
ATENÇÃO! Venda de ingressos pelos cartões de débito Visa e Redecard até o dia 12 de agosto!